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A Queda da Máscara



A Queda da Máscara. Com ela, Newton Scheufler fala do homem cordial radical, da raíz, de Sérgio Buarque de Holanda. Apenas sua aparência é afetiva: mímica de sociabilidade. Reverência diante do estrangeiro, ética de superfície, personalidade homogênea.


Certa incompreensão rancorosa de seu tempo, de seu espaço. Por isso mesmo, transigente e pronto a acordos convenientes. Incapaz de se elevar a qualquer ordem moral social. Nenhuma elaboração intelectual fora do culto midiático.


A Queda da Máscara lembra o Manifesto Aberto à Estupidez Humana, de Ezio Bazzo: "Te eliminar agora seria mostrar não entender nada de tua posição miserável diante do mundo." Cientistas já colocaram o Brasil no divã. A Psicologia diz que somos recalcados. A Antropologia, que somos autoritários. A Psicanálise, que somo denegados: é mais perversão do que neurose. Bazzo completa: "Sempre tivestes razões, motivos e estupidez suficientes para fazer o que fazes".


"Outra vez te equivocaste, populacho". Diz Bazzo. O que a queda de sua máscara revela é que o fascismo não é mais um fazer político. É o seu rosto e o seu sangue.


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